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Patagônia Diamantina Edition

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THE NEWS TRAVEL é uma newsletter de curadoria de viagens que vai além do check-in: cada edição traz destinos escolhidos a dedo, onde o design, a experiência e a atmosfera são destaques. É um convite para descobrir acomodações que transformam qualquer viagem em uma lembrança inesquecível.

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POR DENTRO DA PATAGÔNIA CHILENA

No extremo sul do Chile, a cerca de 3 mil quilômetros de Santiago, fica um dos parques nacionais mais impressionantes do mundo.

  • Parque Nacional Torres del Paine é Reserva da Biosfera da UNESCO desde 1978 e tem como cartão-postal três torres de granito que se elevam a mais de 2.500 metros sobre lagos glaciais de um azul quase irreal.

Mas o parque é muito mais do que as torres. São glaciares que descem do Campo de Gelo Sul, pradarias douradas onde guanacos — primos selvagens das lhamas — pastam ao vento, florestas antigas de lenga e ñirre, duas espécies de árvores nativas da região, e lagos que mudam de cor a cada curva da estrada.

A fauna também impressiona: condores, ñandus (os parentes patagônicos da ema), raposas e, com sorte, pumas surgindo no amanhecer.

Nesta edição, a proposta é justamente pensar Torres del Paine menos como uma viagem de checklist e mais como uma experiência de imersão. A ideia é escolher uma boa hospedagem como base e montar um roteiro mais flexível, encaixando os programas outdoor que fazem mais sentido para o seu ritmo.

COMO & QUANDO VISITAR

A porta de entrada é Puerto Natales, cidade portuária encravada entre montanhas e fiordes — aqueles braços de mar estreitos e profundos, cercados por paredões, típicos das regiões mais geladas do planeta.

Durante a alta temporada, entre outubro e abril, há voos diretos de Santiago para Puerto Natales. A alternativa mais comum é voar até Punta Arenas e seguir cerca de três horas de carro até o parque, em uma estrada já cercada pelas paisagens abertas da Patagônia

  • A janela ideal vai de dezembro a fevereiro, durante o verão patagônico. São os meses de dias mais longos do ano — com o sol se pondo perto das 22h — temperaturas mais amenas, trilhas totalmente abertas e céu limpo entre as mudanças bruscas de clima típicas da região.

Novembro e março também costumam funcionar muito bem para quem prefere escapar do auge do movimento, encontrando o parque mais vazio, mas ainda com clima relativamente estável e boa parte das atividades operando normalmente.

Para conhecer Torres del Paine sem correria, o ideal é reservar entre 4 e 6 noites. Isso permite alternar trilhas longas, dias de clima mais instável e momentos de descanso dentro dos lodges — parte importante da experiência patagônica

ONDE FICAR

Três lodges concentram algumas das experiências mais completas dentro de Parque Nacional Torres del Paine. Cada um oferece uma forma diferente de viver a Patagônia, e entender as particularidades de cada hospedagem ajuda a fazer uma escolha mais assertiva, considerando aquilo de que você não abre mão e o estilo de viagem que tem em mente.

Explora Torres del Paine
Dentro do parque, à beira do Lago Pehoé

O Explora Torres del Paine  é um dos poucos lodges localizados dentro dos limites de Parque Nacional Torres del Paine, com vista direta para os Cuernos del Paine e para o Lago Pehoé. O design minimalista se integra à paisagem de picos de granito, geleiras e florestas antigas sem competir com ela.

O grande diferencial está justamente na localização: o hotel funciona como ponto de partida para mais de 40 explorações guiadas, já incluídas na estadia. Entre trekkings, cavalgadas e navegações, a experiência é pensada para que o hóspede viva o parque o dia inteiro — e volte para um spa, uma gastronomia inspirada na Patagônia e a sensação rara de acordar literalmente dentro da paisagem que veio conhecer.

Tierra Patagonia
Borda do parque, na margem do Lago Sarmiento

No lado oposto à entrada principal do parque, o Tierra Patagonia ocupa uma longa estrutura de madeira de lenga que parece se curvar sobre as margens do Lago Sarmiento. O projeto arquitetônico é quase uma atração à parte: uma construção orgânica que dá a impressão de ter sido esculpida pelo próprio vento patagônico.

São quarenta suítes contemporâneas com vista panorâmica para a pampa e para o Maciço Paine ao fundo. Entre os lodges da região, talvez seja o que mais transmite a sensação de refúgio. O design cuidadoso, o spa amplo e a gastronomia mais elaborada ajudam a criar uma experiência mais contemplativa, quase silenciosa. Para quem busca a Patagônia em sua forma mais bruta, mas sem abrir mão de conforto, estética e quietude, é ali que esse equilíbrio acontece.

Awasi Patagonia
Reserva privada, fora do parque

No Awasi Patagonia são apenas 14 vilas independentes, espalhadas por uma reserva privada cercada por florestas nativas de lenga e ñirre, que ajudam a proteger o lodge dos ventos fortes da Patagônia. A vista se abre para a cordilheira de Torres del Paine e para o Lago Sarmiento.

A grande diferença está no formato da experiência: cada vila conta com guia, motorista e veículo 4x4 exclusivos. O roteiro é desenhado junto com a equipe do hotel e todas as explorações acontecem de forma privada, sem grupos compartilhados. Em meio à floresta, é comum cruzar com guanacos, ñandus, raposas e condores — e, com sorte, até pumas.

PASSEIOS PARA TER NO RADAR

Mirador Cuernos e Salto Grande

A trilha mais leve do parque e uma das melhores portas de entrada para quem está chegando. O percurso é praticamente plano, leva cerca de duas horas no total e passa pelo Salto Grande, cachoeira de águas turquesa que conecta o Lago Nordenskjöld ao Lago Pehoé.

O mirador funciona especialmente bem no fim da tarde, quando a luz lateral destaca o relevo dos Cuernos del Paine e deixa a paisagem ainda mais dramática.

Mirador Base Las Torres

São cerca de 20 km de caminhada entre ida e volta, em um percurso de aproximadamente 8 horas, com dificuldade média a alta.

A subida pelo Vale Ascencio exige bastante fôlego até o Refúgio Chileno. Depois, o trecho final ganha terreno mais técnico e pedregoso até revelar uma das imagens mais clássicas da Patagônia: as três torres de granito refletidas no lago glacial. É a trilha mais concorrida do parque e também uma das que mais depende de clima aberto para entregar toda a vista.

Navegação até o Glaciar Grey

A navegação pelo Lago Grey leva até a parede do Glaciar Grey, um dos braços do Campo de Gelo Sul, em meio a icebergs azuis que se desprendem da massa principal de gelo.

Para quem quiser estender o passeio, vale combinar a navegação com a caminhada até o Mirador Grey, de onde o glaciar aparece em escala ainda mais impressionante.

Valle del Francés

Considerada por muitos a trilha mais bonita de Parque Nacional Torres del Paine. O percurso leva entre 7 e 9 horas, dependendo do trecho percorrido, e atravessa algumas das paisagens mais dramáticas da Patagônia: paredões de granito, geleiras suspensas, rios glaciais e miradores cercados pelo vale.

É também um dos trechos mais emblemáticos do famoso circuito W — e uma trilha que mistura esforço físico constante com vistas que mudam completamente a cada subida.

Parque Nacional Torres del Paine é o tipo de destino que entrega algumas das paisagens mais bonitas do continente, além da sensação rara de ter atravessado o fim do mundo sem nunca, de fato, sair dele.

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PACKING PICK

Se essa edição despertou seu interesse pela Patagônia, vale conhecer uma peça que cabe bem na mala: a Half-Zip Anorak Kasha, edição limitada criada pela On em parceria com Zendaya e Law Roach.

O modelo tem meio zíper, capuz e um bolso frontal amplo. Fora do contexto da viagem, continua fazendo sentido: é uma peça versátil, que conversa bem com looks mais esportivos durante o dia e funciona como sobreposição em roteiros de clima instável.

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